Via Mashable se descobre que os CEOs ainda têm alguma relutância em participar nas redes sociais (apenas18% dos 'top'). As razões, identificadas pelo estudo que dá origem à notícia, são múltiplas. Do que observo, acredito que este afastamento dependa também de (1) a imagem do facebook como espaço de lazer e de ócio (que também é) e (2) a desprotegida exposição aos diferentes públicos e a sua mesclagem entre si (funcionários, amigos, família...).
Este afastamento (ou estranheza) é ainda interessante quando posto em perspectiva com a participação de alguns outros CEOs, o Papa por exemplo.
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